Familia extensão do corpo humano


O amor maior de todos os sentimentos, está presentes em sua familia?E o amor ao próximo?


Se pratica o amor aprendendo a respeitar as pessoas,seu caráter,personalidade e humor!
Quem nunca ouviu a seguinte frase-"Eu não suporto aquela pessoa,eu não me importo com a situação de moradores de rua eles que se esplodam..Eu estou bem e é isso que importa, o mundo está cada vez mais egoísta pensando somente no eu...E se esquecendo de que a sociedade nada mais é do que um enorme corpo onde todas as partes são importantes e dividia pode ser comparada a um corpo esquartejado em IML...
FORTE NÃO É?
Para terminar a primeira parte desse post deixo a seguinte frase
Diga que você ama o diferente, para que o mundo se torne um lugar melhor...Aprenda a ajudar a quem precisa com por exemplo moradores de rua e doe parte do seu tempo não para buscar algo diferente no mundo, mas para ser a diferença no mundo...


Esse vídeo e engraçado mais resume muito a importância do ser diferente espero que curtam...





Por que eu tenho sede de...

Ola pessoal esse post de hj vou falar sobre uma necessidade da maioria das pessoas que é sede de significância ou mesmo ser notado na sociedade...
Vemos que com o passar do tempo as pessoas tem ficado cada vez mais distantes umas das outras e com isso as relações tem diminuindo e por varios motivos a população tem se conformado com essa situação..E quando as pessoas se deparam com essa realidade simplesmente colocam a culpa disso tudo no tempo, na economia, na política menos no real causador disso td que na verdade somos nós...
Algo difícil de se escutar não é?
Mas é bom, para que nos possamos refletir sobre a essência da sigficância e a da pessoa que está ao meu lado que muitas vezes tem milhares de problemas que é desconhecido...

Bom vamos começar então:

Significância: É derivada da palavra significante de forma geral pode ser resumida na necessidade das pessoas serem conhecida no seu meio social.                                                                                   


OU SEJA...
As pessoas com o passar do tempo tem se tornado mais e mais carentes e com isso o desejo de alcançar o sucesso tem aumentado, pois as pessoas tem o pensamento de que se tenho dinheiro ou fama sou ou serei reconhecido ou mesmo só é feliz aquele que tem dinheiro e acaba que essas afirmações ganham força em nossa sociedade e com isso começa uma corrida para ganhar...ganhar e ganhar dinheiro e fama e com isso o "mundo" das pessoas acabam girando em torno do mesmo...


E com isso deixando de lado o mais importante, que é....

Pense em uma sociedade em que o amor e fundamental e o próximo e um bem precioso...Essa provavelmente seria a melhor sociedade que já existiria...Pois provavelmente as pessoas não teriam que passar a vida toda buscando significancia, mas sim fazendo com que cada pessoa fosse significante no seu meio social. 
Para terminar deixo uma frase de um amigo meu que resume bem como seria essa sociedade...



Esperança motivacional

Iae galera esse post de hj e um video que espero que gostem muito...Ele é super irado...
espero que gostem...
INTE






AMIGO BOIA

GENTE ESSE E O O 1°DOS 2 POST DE HJ...E POR QUE LEMBREI DE UM  AMIGO MEU.kkkk]
e queria divulgar o trabalho dele para vc's acho que vão gostar e ai vai uma palinha do seus poemas.
ESSA LOGO EU QUE CRIEI E A CARA DELE.kkkkkkkkkkkkk'

Vou gritar aos quatro ventos



Jesus tirou as vendas
Dos meus olhos,
Quebrou as correntes
Que me prendiam aos pecados,
Deu-me a alegria
Que eu jamais
Havia sentindo,
Colocou-me no caminho certo
Deu um novo rumo
Para minha vida,
Encheu meu coração
De paz e tranquilidade,
E agora só tenho
Vontade de adorá-Lo,
De glorificá-Lo,
Vou grita
Aos quatro ventos,
Que por Ti Jesus
Eu sou apaixonado,
Porque Ti
Libertou-me das armadilhas
Do inimigo,
Restaurou meu coração
E me deu forças
Para combater a fraqueza
Da minha carne.

Autor: Leonardo Dias Alves
fiquem com Deus e inte...................... :)

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Galera aqui vai uma amostra do que nos vamos apresentar no dia da apresentação do projeto espero que gostem...


Diario de um morador

parte 2

Manolos como já havia dito hj cont...a serie que vai falar da vida de moradores de rua e vamos começar com Augusto....Espero que vc's consigam curtir o Max possível....

Oi meu nome é Augusto Rodrigues Soares, ma conhecido como taleta...Decidi expor minha vida por que tenho certeza de vai ser algo muito interessante para tds...
Mas antes que continue a ler esse post tenho a obrigação de lhe alertar de que se vc está procurando historias felizes e melhor nem começar a ler...Pois a minha vida e cheia de aventuras, tristezas, morte e muita ação....


Vivo na rua desde os meus 15 anos de idade, essa situação ocorreu por um motivo bem simples...estava sendo rejeitado por meu padrasto e isso ocorreu por muito tempo e trouxe para minha vida conseguenias muito ruins como baixa auto-estima....
Até que um dia que nunca vou esquecer em que foi o fim para mim...
E nesse dia aconteceu...

continua...




A vida debaixo das pontes na região

Renan Fonseca
Do Diário do Grande ABC

2 comentário(s)

Marcelo Silva, 42 anos, consegue ouvir todas as noites os carros que passam pelo viaduto Tereza Delta, em São Bernardo. O vento produzido pelo trafegar dos automóveis movimenta a cortina improvisada, que também serve de entrada para a pequena residência. No canto escuro do quarto ficam pedaços de pão, papéis com alguns rabiscos e o isqueiro dois/um - um aparelho libera o gás, outro serve apenas para produzir a centelha. Com fortes dores do estômago, ele se encolhe enrolado nos pedaços de trapos sujos e mal cheirosos. O inverno passou de pesadelo para vilão noturno. Uma fogueira pode atrair insetos e uma sessão de pancadas de policiais. Por isso, o jeito é beber ou se drogar até esquecer da tristeza, frio e fome.
Mesmo com todos os avanços na construção de moradias e novas políticas habitacionais, como o Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, o jargão morar debaixo da ponte é realidade no industrializado Grande ABC. A criatividade é maior que a fome para os farrapos humanos que se escondem em fendas ou buracos escavados sob os viadutos.
Marcelo está há 20 anos na situação de miséria total. Debaixo do Tereza Delta, ele se esgueira em um espaço no concreto. Ali, passa as noites lembrando da filha, hoje com 17 anos, que largou em um bairro afastado de São Bernardo. "Minha família tem vergonha por eu usar drogas. Por isso, resolvi largar todos", disse, com as mãos sujas, trêmulas, que seguram um pedaço de pão duro e um pouco verde.
Os poucos trocados que consegue por semana vêm da coleta de materiais recicláveis. Às quartas-feiras, ele se dirige para a feira livre na Avenida Kennedy. "Vigio os carros estacionados, pego restos de comida e depois volto para casa", explicou. Às sextas-feiras, ele recorre às igrejas católicas para tomar banho e conseguir algum agasalho. A rotina semanal só é atrapalhada pela cola de sapateiro, maconha ou algum químico barato que compra com o pouco dinheiro da reciclagem.
Marcelo mantém um desejo, que é contado como se ainda fosse uma criança. "Queria encontrar uma lâmpada com gênio. Pediria para voltar dez anos no tempo. Queria ter minha filha por perto, não ter entrado na vida das drogas e estar no calor da minha casa."
FILHO ASSASSINADODebaixo do Viaduto Presidente Castello Branco, em Santo André, os excluídos se escondem atrás das colunas. Forram o chão com papelão ou colchões surrados, que exalam cheiro de urina. Garrafas pet são encontradas aos montes, sempre com restinho de tinta ou completamente amassadas - o que indica o uso da cola. E ali tenta viver Érica Bernardes, 51 anos, que desde os 15 percorre a cidade improvisando abrigos e usando os diversos tipos de entorpecentes. Ao lado dela, Santista, um vira-latas gorducho e manso, divide os restos de marmita que encontra nas lixeiras de restaurantes da Avenida Dom Pedro II.
"Os viadutos são minhas casas, mas também me fazem lembrar de algo triste." Relutante, Érica explicou o motivo de chorar todos os dias quando acorda sem ter um gole de cachaça. "Meu filho de 15 anos foi morto por policiais. Nunca fizemos mal a ninguém, mas ele não tinha boas roupas e vivia pedindo esmolas no farol", contou, e logo em seguida bebeu um longo gole da bebida. A entrevista foi feita às 10h de uma quarta-feira.
Érica possui vários amigos que compartilham o espaço debaixo do Castello Branco. Márcia, um travesti que vive da prostituição, se aproxima e logo mostra as feridas abertas nos joelhos. Nos braços, trapos escondem marcas roxas e cicatrizes. "Alguns caras aparecem aqui só para me bater. Jogam dois ou cinco reais no chão e vão embora", relatou.

Sem-teto sonha em criar instituição beneficente 
O sonho de Branca pode parecer conto de fadas se for levado em conta a disponibilidade de recursos. No quintal de casa ela planeja horta comunitária, campo de futebol, salão de dança, playground e espaço para capoeira. Mas, por enquanto, a organização não governamental de Branca ainda está presa aos sonhos. Matilde Domingues Nazareno, 46 anos, nasceu em Parati, Rio de Janeiro, e fugiu do marido agressivo há 15 anos. 
Naquela época, desembarcou em São Paulo e rumou para Diadema. Sem dinheiro, dormiu dois meses na rua até encontrar uma vala no viaduto da Rodovia dos Imigrantes, que passa sobre a Avenida Doutor Ullysses Guimarães.
No canto escuro abaixo da rodovia, colunas de concreto se transformaram em paredes. Colchões, tapetes e um sofá mobiliam a pequena sala, onde pelo menos cinco convidados dormem diariamente. Do lado de fora, dois sofás também foram acomodados e circundam um fogareiro, onde Branca esquenta água ou comida. Ela limpa o espaço externo ao redor do fogo e senta para contar sua história. Ela tem Ensino Médio e curso técnico de eletricista. Garante que também sabe cortar cabelo, pintar unhas e fazer maquiagem. "Mas quando percebi que posso ajudar meus amigos, decidi dedicar minha vida a esse espaço", comenta.
Dois filhos ficaram no Rio de Janeiro. "Um estuda música e outro, Letras. Eles não sabem como estou vivendo. Mas um dia vou refazer o contato."
Mendigos, adolescentes que vivem de trocados do farol, gays, lésbicas e viciados. Todos recorrem a Branca quando o tempo esfria, a comida acaba ou algum cliente espanca o travesti. "Considero todos como filhos, e por isso me respeitam. Aqui eles sabem que ninguém vai ofendê-los", garante a matriarca.
Dois jovens não gostaram da presença da equipe do Diário no espaço. Mas, tão logo Branca chegou, eles se acalmaram e pediram desculpas.
Vanuza Miranda Silva, 35 anos, é uma das pessoas que procuram o improvisado de Branca para se abrigar do frio. Vanuza também é moradora de viaduto. Ela e o companheiro, que não quis se identificar, vivem debaixo da ponte da Rodovia dos Imigrantes, sob a Avenida Eduardo Ramos Esquível. "Aqui é mais quentinho e os policiais não vêm para bater na gente", conta, enquanto o acompanhante remexe na sacola cheia de achados.
Vanuza tem pasado semelhante ao de Branca. Ex-marido violento, ela deixou três filhos na antiga casa, no bairro Eldorado. "Agora fico na rua e não pretendo voltar. Quando fico triste, meu namorado consegue um pouco de cola para cheirarmos", relata.
Mas, enquanto ninguém escuta a proposta de Branca, ela sonha com crianças jogando capoeira debaixo do viaduto.
Homem vive em buraco escavado sob viaduto em São Bernardo 
A equipe do Diário percorreu a maioria dos viadutos no Grande ABC. Poucos são os que não abrigam algum faminto. Até mesmo sob o Viaduto Miguel Etchenique, em frente ao Terminal Ferrazópolis, em São Bernardo, um homem de aproximadamente 40 anos conseguiu improvisar um quarto.
Para dificultar a aglomeração de mendigos debaixo da ponte, a Prefeitura assentou blocos ao chão. Mas, com as próprias mãos, o homem (que aparenta ter problemas psicológicos) escavou a terra no ângulo mais agudo que forma entre o piso e o viaduto. Quem conta como a via é ali é Fabrício, 17 anos, menor que pede esmolas no semáforo. "Não gosto de ficar na casa dos meus pais. Aprendi a viver na rua, e o tio do buraco deixa eu ficar ali, às vezes."
As prefeituras mantêm albergues para receber a população de rua. Somadas, Santo André, São Bernardo e Diadema possuem 734 mendigos. Somente Santo André estipula que 21 vivem debaixo dos viadutos. A cidade é a que possui o maior número de pontes, e a maioria acumula lixo e entulho embaixo - além dos sem-teto. Sob o Adib Chammas, por exemplo, trapos e pedaços de colchões foram esquecidos por algum sem-teto. A mesma situação pode ser vista nos demais viadutos habitados.
Na Avenida Prestes Maia, as ligações Engenheiro Luís Meira e Tamarutaca servem de abrigo rápido para usuários de drogas e ponto de descarte irregular. "A gente procura algo útil nos sacos de lixo e deixa o resto pelo chão", contou Rogério, um adolescente usuário de drogas que preferiu não se identificar. O Serviço de Saneamento Básico de Santo André informou que nos próximos dias vai limpar todas as áreas.















A rua
A rua, concreta, discreta
Nos mostra a frieza da sociedade
E a tristeza de um povo esquecido.
A rua, cinza, prateada, concreta,discreta,
Esconde o brilho da lua
Através da escuridão solitária
Nos mostra o pouco caso dos governantes
E a tristeza de um povo esquecido.
A rua, vazia, fria, Cinza, prateada, Concreta, discreta,
Sufoca os sentimentos,
Entristece a felicidade do sorriso,
Apaga o brilho do olhar,
Nos mostra as drogas da vida
E a tristeza de um povo esquecido.
A rua, violenta, imponente, vazia, fria, Cinza, prateada, concreta, discreta,
Acaba com a alma infantil,
A brincadeira com a bola
E a roupa colorida
Que caracterizam as crianças.
Assim, mais uma vez, a rua nos mostra
A frieza da sociedade,
O pouco caso dos governantes,
As drogas da vida
E a tristeza de um povo esquecido.
 
                                           (Mariana Zayat Chammas)

         

Poema(desabafo de um morador)



Passo dias....passo horas...e até mesmo segundos a me perguntar...
....será que um dia a minha situação vai mudar....
....será que como o tempo passa a minha tristeza passará....e eu um simples homem morador de rua conseguirei realizar o maior sonho de minha vida....
....Ter uma vida digna....
Como declara o artigo de número um da Declaração Universal dos Direitos Humanos: "Todos os seres humanos nascem iguais em dignidade e em direitos.Dotados de razão e de consciência, devem agir uns com os outros em espírito de fraternidade.
Termino esse triste desabafo.....tendo a certeza de que um dia a minha situação vai mudar.


Por: Rodrigo Moura

A dura realidade

Bom dia manolos esse post de hj e uma sequencia de videos que dará inicio a uma serie chamada de "Diario de um morador de rua!", a mesma evidênciará a situação de um morador de rua que contará as maiores aventuras de sua vida.....Espero que gostem. :)


Memória de um morador de Rua parte 1


Memória de um morador de Rua parte 2





ILUSÕES DE OTICA

ILUSÕES DE OTICA

OIIIIIIIIIIIIIIII PESSOINHA....kkkkkkkkkkkk
 gente eu sei que tenho que postar um ost sobre sociedade ou tecnologia....mas antes quero postar algo diferente...na realidade inuzitado....esse post de hj e sobre ilusão e nada melhor para trabalhar com ilusão do que...

E AI VÃO AS ILUSÕES!!!!!!!!!!!!

VC GIRANDO???







E AI GOSTARAM?
ESPERO QUE SIM!!!!!!!!!!!!!!!!

COMEDIA

Gente eu sei que hj não e o dia de curiosides ou comedias,mas acho que vc's vão gostar...............




Manual de Instruções CHINÊS

foto comedia









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curiosidades da hora

Manolos esse post tem varias curiosidades muito legais de pessoas quebrando record' mundiais espero que gostem...


















oi manolos!!!!!!!!!!!!

Iai manolos.....
A partir de agora está no ar o melhor e mais divertido Blog de todos os tempos espero que possam curtir os diversos temas que iremos abordar.....espero que gostem......